Sutis diferenças – Editorial

Depois de mais de cem dias de governo, ou seja, de árduo trabalho conjunto, me causa total espanto de que algumas pessoas ainda não tenham entendido que a sigla CC – também popularmente conhecida pelo nome de portaria; tem duas acepções conjuntas e indissolúveis. Cargo Comissionado é igual a Cargo de Confiança. Traduzindo o Prefeito têm o direito ( e não o dever como alguns parecem acreditar) de convidar para exercer um cargo comissionado, aquelas pessoas ( profissionais) em que ele  (Prefeito) tem confiança.

E esta é uma relação de duas vias: tanto o Prefeito necessita confiar nos seus comissionados, como estes devem ter total confiança no Prefeito. Sem este item fundamental no relacionamento, este não se mantém e se torna contra producente. Por confiança se entende também, não questionar as decisões que o Prefeito tome, pois quem confia acredita. Assim sendo, se alguém não acreditar é por que não confia, então em vez de ficar questionando, cobrando explicações, e/ou protestando, melhor faria se entregasse o cargo. Ou caso este já lhe tenha sido retirado, aceitar como sendo uma dose pessoal de sacrifício em prol da comunidade e do governo, que se diz apoiar. Nunca nos foi prometido um “mar de rosas”, e quem supunha ter à frente um caminho fácil e sem pedras, ou é muito ignorante, ou muito “ingênuo”… Além do mais confiança não se barganha, ou existe ou não!

Tenho certeza que depois desta publicação, vão chover pedras; e até “rochas”, no meu humilde jardim, mas não importa… Estou prá lá de acostumada! E a bem da verdade, acho até “saudável” este tipo de atitude, não deixa de ser uma forma de aferir quem está por “fé”, e quem está por “interesse”… E vamos em frente, pois as dificuldades só fazem tornar nossas vitórias ainda mais saborosas e merecidas!

Estou com o senhor – meu Amigo e Prefeito – e não abro! Eu e grande parte da comunidade cultural confiamos – com ou sem cargos comissionados. Já deu certo!

 

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TURISMO CULTURAL

POR J. VIGGIANI

 

Este artigo pretende mostrar para as pessoas que querem o crescimento do município, como um gestor público inteligente e que tem como meta transformar Cabo Frio em um polo turístico de qualidade se preocupa na utilização de manifestações turísticas culturais.

Buscando tornar o turismo cultural como um acontecimento econômico e social que pode ocasionar mudanças na sociedade através do universo de novidades trazidas por esta atividade.

O turismo é dividido em áreas que abrange fatores comportamentais dos turistas, de acordo com as tradições e culturas das regiões visitadas. Cabo Frio, mostra como pode vender de forma intensa seu turismo, aproveitando também o potencial artístico cultural, uma vez que nossa cidade ao longo dos anos tem mostrado ser um celeiro de artistas dos mais diversos.

O exemplo da diversificação dos nossos artistas pode ser visto no Centro de Artes Visuais (CAV), recém-inaugurado pelo prefeito, abrindo mais uma opção para o turismo cultural, tornando-se excelente complemento a qualquer outra forma de turismo.

Hoje, nossos visitantes podem desfrutar do turismo do sol através de nossas magníficas praias, participarem de shows musicais de excelente qualidade e também do turismo cultural, um movimento de pessoas motivadas essencialmente por algum interesse cultural, procurando conhecer o artesanato local que mostra nossa herança cultural e orgulho étnico.

 

 

 

 

Temos o Teatro Municipal hoje totalmente equipado onde artistas locais e de nível nacional se apresentam, contamos ainda com a Charitas e sua história que foi reformada sem perder sua beleza arquitetônica.

O governo atual a cada dia que passa mostra sua preocupação em preparar Cabo Frio para os grandes eventos que acontecerão no país, e onde deambularão milhões de turistas. Numa demonstração de que a ambição para o progresso e desenvolvimento do município é inerente ao administrador que pensa grande. Ao alavancar o turismo teremos um maior fluxo turístico movimentando nossa rede hoteleira e diversos segmentos da economia, trazendo em seu bojo uma melhor qualidade de vida para a população.

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AGENDA CULTURAL – Teatro e Artes Visuais

Hoje ( sábado) intervenção na Praça das Artes em frente ao teatro para apresentação do “monstro” – 19 hs entrada franca.

O CAV abre de 3a à domingo das 16 às 22 hs e a entrada é franca.

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C.A.V. – Centro de Artes Visuais – Cabo Frio – ” Um sonho lindo de VIVER!”

Além dos companheiros de jornadas e lidas culturais, que sonharam e ajudaram a concretizar o sonho de todos transformando-o em uma realidade linda de viver e preservar para as futuras gerações, cabe um agradecimento especialissimo a Alair Corrêa que mais que Prefeito, e administrador desta nossa terra amada, demonstrou ser um Homem de visão e sensibilidade artística, capaz de entender que a Cultura abre as portas para a memória e para os saberes.

E este é uma fator primordial para consolidar a cidadania e a afetividade do povo por sua terra; e a compreensão e convivência harmoniosa com culturas diferentes. Meu muito obrigada ao cidadão Alair Francisco por me permitir fazer parte desta conquista – em meu nome e de todos os colegas  presentes, ausentes, e sobre tudo em nome dos que já se foram! Este é o primeiro de muitos outros sonhos que se tornarão realidade e serão igualmente  lindos de viver!

 

 

 

 

 

 

Beth Michel – Artista Plástica e Subsecretária de Cultura

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É HOJE – Rock Humanitário em Cabo Frio – uma maneira boa de se divertir fazendo o bem!

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SEM NOÇÃO – Editorial

Existe gente, que faz questão cerrada, e até que se auto-endossa, como “sem noção” -  no meu tempo era idiota mesmo! Mas, os tempos – e também as palavras mudam… E eu tento me manter atualizada. Tenho lido com mais freqüência do que seria necessário (para aqueles que as escrevem) frases como: “é mas, ele ainda não renunciou…” , ” mas ele também tem (teve) processos…”, “apesar do profundo desgaste, o outro não é (seria)uma alternativa…”; “a justiça é a culpada por ser lerda…”

E isto, mesmo tendo gente de boa vontade e com a pachorra de explicar, os porquês e os comos!? Vai entender! Se é que alguém realmente quer entender… O mais provável é o querer dar “pinta” de que está por dentro, do que realmente desejar ter opinião formada, e sobre tudo agir de acordo com ela. Tem gente que enche a boca para afirmar sem qualquer base sólida que é “amigo do rei” como se fosse um curriculo…

Donde,  só se pode intuir que a realidade factual não seja em absoluto importante para aqueles pretensos analistas políticos. O negócio é confundir! Certa feita,  em um artigo,  escrevi que um dos meus lemas favoritos era uma frase “dita” pelo gato Garfield (HQ) há mais de 20 anos: “SE NÃO PUDER CONVENCÊ-LOS, CONFUNDA-OS…”, mas eu me referia (assim como o personagem) às relações interpessoais mais próximas: amigos, conhecidos, colegas de trabalho e até inimigos individualmente. Ou seja, pessoas com as quais você é forçado a conviver no dia-a-dia. E não a relações genéricas, distantes e esporádicas – como é a relação entre um blogueiro e seus leitores. Ou um político/gestor público e a população em geral, ou mesmo com seus subordinados provisórios ou impostos (leia-se concursados) por lei.

Neste tipo de relação dificilmente se obtém os resultados (larga do meu pé – leva fé – podes crer e similares) desejados. Ao tentar provocar confusão, e via de regra acontece justamente o oposto, o “provocador” passa a “provocado” – e isto é o mínimo; ou até recebe a pecha de idiota (ou sem noção como queiram) e vira alvo do deboche escancarado ou implícito – e indiscriminadamente. Leia-se: não conquista aqueles que lhes são opositores, e perde o respeito daqueles aos quais supostamente pretende agradar.

O que nos leva a uma outra constatação – não só minha. Que é  a de que: a exposição ao ridículo faz danos muito mais profundos e irreversíveis na imagem pública do que uma condenação criminal (ficha suja), ou uma reputação de “mau-caratismo”, violência, ou qualquer outro desvio ético/moral. A palavra de ordem para aqueles que têm uma imagem pública a preservar é RESPEITO. Ainda que mais não seja por um “saudável” temor…

Infelizmente, aliás, e temos inúmeros exemplos no curso da história de criminosos que têm muito mais respaldo da população (até por medo talvez), do que um fraco (ou ridículo) que ganhe uma eleição para síndico de bordel. É claro que estou falando de situações extremas nos dois sentidos. Apenas para realçar o efeito comportamental da massa com relação aos seus líderes.

O que o povo (a massa e não o indivíduo) quer, é “admirar” seus lideres. E critérios éticos ou morais pouco importam … Seja em bem, seja em mal, o que dá “tesão” nos despossuídos de poder é: querer ser um dia igualzinho ao TP (todo poderoso) da vez. O que se pode constatar por uma recente enquete virtual levada a efeito por um blogueiro (com noção) local. Nela, entre as qualidades exigíveis pelos pesquisados para exercer cargos públicos estavam: ética, coerência, honestidade e atitude. E ganhou disparado entre os atributos mais importantes de um líder, sabem o que!? – ATITUDE!!!!

E é isso aí… Com todo RESPEITO à inteligência de quem a tem, e uma profunda lástima pela falta de NOÇÂO de quem não a tem. Isto é Brazil , bebê! (com Z)

Abraços a todos

 

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Programação do Teatro Municipal de Cabo Frio – Semana Santa

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VIOLÊNCIA – Um beco sem saída

 

Mapa de Cabo Frio 1999

J.VIGGIANI (*)

Éramos um município tranquilo, com seus moradores e visitantes curtindo suas belezas naturais, a paz e tranquilidade eram marca registradas de Cabo Frio. Quando acontecia um crime a cidade toda ficava abalada. Hoje convivemos diariamente com a violência em suas formas mais absurdas, e o pior, o povo está se acostumando com isso.

Estamos sendo alcançados rapidamente pelos altos índices de criminalidade que são recordes em toda parte do nosso país. Estamos começando a ser entregues à sanha de criminosos e traficantes. Assim sendo, a violência passou a fazer parte do nosso cotidiano e assim muitas pessoas acreditam que estarmos envolvidos com a violência é uma coisa normal, pois o mundo nunca foi tão violento.

O fato é que a questão da violência nas grandes metrópoles passou a ser debatida só a partir da década de 1980, quando se tomou consciência da dimensão do problema que passou a fazer parte do modo de viver do homem em sociedade. Alguns estudiosos como Zygmunt Bauman (sociólogo), ligou à violência a forma como parte dos indivíduos está permanentemente confrontados com sua condição de desamparo, insuficiência e vulnerabilidade, sem que o Estado e as demais instituições políticas da própria sociedade ofereçam a atenção devida para os referidos dramas.

Precisamos refletir urgentemente sobre como o aumento da violência foi inserido em nosso cotidiano e como as políticas públicas do Estado e ações da sociedade civil estão tratando esta questão. Não podemos nos deixar levar ao enfraquecimento da esperança de que voltaremos a ter uma ordem social feliz e segura, para tal, é preciso atacar as causas dessa violência e não só seus efeitos.

Algumas pessoas atribuem o aumento da violência em nossa cidade ás UPPs instaladas no Rio de Janeiro, outras afirmam que o crescimento do tráfico de drogas na região colaborou sobre maneira para que a violência urbana assolasse nosso município. O que se sabe é que não mais podemos conviver com esta insegurança, que não aflige somente os bairros da periferia mais todo o município, manchando a imagem de Cabo Frio como uma cidade turística.

(*) Memorialista e Sambista

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O “PACTO FEDERATIVO” – Ensaio sobre a cegueira

Mais um brilhante elucidativo e didático texto do Jornalista Walter Biancardine sobre o entortamento dos direitos e deveres do Estado para com seus federados – ou seja, nós o Povo… Imperdível!

Inevitável como a morte e o imposto de renda são os comentários, opiniões e “achismos” bizarros, que decoram uma grave situação de crise como a que vivemos, com o roubo de nossos royalties.

Preferiria acreditar na miopia irrecorrível dos palpiteiros que pululam nas entrevistas de rádio, TV e jornais, mas infelizmente a realidade é bem outra: trata-se de malícia e cálculo, mesmo.

Para justificar e fundamentar minha tese, cito um argumento que tem se tornado habitual naqueles que não enxergam o saque sofrido por três Estados da Federação como algo tão grave assim: de que não haveria base para se alegar “quebra de contrato” pelo fato de que as empresas petrolíferas – as pagadoras de fato dos royalties – continuarão pagando a mesma coisa, já que não se discutiram mudanças nos percentuais pagos e sim nos distribuídos aos Estados.

Vamos desenhar, que é pra essa gente entender: além dos contratos óbvios firmados entre os municípios e empresas privadas – e que, sem dinheiro não serão cumpridos – existe uma coisa chamada “Pacto Federativo”, que nada mais é que um contrato para que uma república funcione. Uma das cláusulas deste contrato é a mal fadada que estipula o quanto cada unidade da Federação receberá a título indenizatório pelos riscos e prejuízos ambientais em seus territórios, bem como pelos gastos inevitáveis que se verão obrigados a fazer para digerirem o enorme e súbito aumento do fluxo de gente, automóveis, cargas, doentes, escolas para os filhos do petróleo, crimes, esgotos, iluminação pública, novos bairros, engarrafamentos, poluição do ar e mesmo camelôs nas calçadas, tudo resultado da corrida ao ouro negro.

Para fazer frente a estes encargos inevitáveis, utilizou-se durante anos os dinheiros dos royalties, previstos no citado pacto. E, de repente, tira-se tudo e as cidades que se virem para pagar a conta da festa, pois o que importa é que o Prefeito de Xambiobá – ilhada no meio do mato amazônico e a um milhão de quilômetros de distância do mais leve sopro de maresia –  possa reformar o coreto de sua cidadezinha com este dinheiro – agora sim, dividido com justiça e igualdade!

Esta tunga, senhores, chama-se “quebra do Pacto Federativo” – leia-se “rasgar um contrato”.
E a motivação é uma só: a mais obscena rasteira política, em busca de dividendos políticos e eleitoreiros.
Entenderam agora? Ou será preciso o Rio de Janeiro unir-se á São Paulo e Espírito Santo e fundarem uma nova república, para que os ilustres e calmos senhores se deem conta da quebra?
Uma outra pseudo cegueira, das várias que existem, é mais local e chama-se PCCR – Plano de Cargos, Carreira e Salários – parido pelo ex-Mendes em plena agonia da derrota eleitoral. Engendrou um monstro insustentável que, já sabia, não seria ele o infeliz a amamentá-lo.

Por mais justa que seja a pretensão de qualquer trabalhador por sua melhoria de vida – a ambição é um direito inalienável e espantosamente esquecido, talvez porque a palavra tenha sido proscrita dos dicionários esquerdistas – o louvável pensamento coletivista é abolido num passe de mágica quando se trata do anúncio de tempos adversos. Aí então vale o velho ditado “farinha pouca, meu pirão primeiro”. Que se danem a cidade, os hospitais, as obras e todo o bem comum. O que interessa é o reajuste! E que se dane o Prefeito e como ele vai pagar isso tudo, pois as esquerdas acreditam piamente ser o Estado possuidor de uma máquina de fabricar dinheiro – basta ver o que fizeram com a União Soviética, que faliu estrondosamente e ainda arrastou a Ilha da Fantasia do Kamarada Fidel para a vala comum da insolvência.

Pois bem, em nossos tristes trópicos salineiros creem os sindicalistas – e bradam á todo volume e em todas as mídias disponíveis – que os “royalties não são destinados ao pagamento de salários” e, por isso, o PCCR pode e deve ser pago já, de preferência tudo de uma vez goela abaixo.
Até os mariongos sobreviventes no Canal Itajurú sabem que salários e royalties não se bicam, por força de lei. Mas os bravos kamaradas insistem na argumentação maliciosa, convenientemente esquecendo que a retirada de uma cordilheira de dinheiro do tamanho representado pelos royalties provocará o colapso da infra estrutura da cidade – escolas e hospitais emperrarão – bem como um efeito dominó sobre toda a economia local, resultante do simples e óbvio fato de ser a Prefeitura a maior força motriz não apenas de Cabo Frio, mas da economia de toda a região.

Obras pararão, empreiteiras não receberão (olha aí a quebra de contrato!), trabalhadores serão demitidos. A Prefeitura por sua vez terá de fazer sua parte e cortar em sua própria carne, eliminando cargos e vantagens dos servidores públicos, e com isso a implosão será consumada.
Mas é válido supor que quaisquer tentativas de cortes no funcionalismo será retaliada por eles com mais e sonoras passeatas e greves – ou seja, de todo jeito eles ganham, com ou sem PCCR.
E a motivação, novamente, é uma só: a mais obscena rasteira política, em busca de dividendos políticos e eleitoreiros.
Crêem os sindicalistas – sempre espantosamente vinculados a partidos da esquerda – que conseguiram colocar o governo municipal em xeque-mate: se cumprir o PCCR – mesmo com prejuízo de toda uma economia – ganha-se perante o trabalhador, que enxergará uma liderança atuante e combativa que conseguiu vantagens.
Se não paga e, pior, corta na carne, também ganha-se pois aviva o movimento sindical, sempre a espera do eterno Messias chamado “justiça social” que, tal como a reforma agrária, deve ser usado como bandeira mas jamais obtido – prejudica a dialética, eles bem sabem.
E assim, por ambições pessoais, vantagens políticas, imediatismo e o mais evidente egoísmo, pretendem levantar a opinião pública contra a prudência óbvia de um experiente administrador, pois de um jeito ou de outro sairão ganhando.
No meio de tanta cegueira e individualismo, surge como única ponta de esperança justamente a enorme experiência de Alair Corrêa, que serve pela quarta vez como Prefeito em Cabo Frio; uma sorte que devemos agradecer á Deus diariamente, pois fosse outro sentado naquela cadeira e as especulações se resumiriam á escolha de outra cidade para se viver.
Que os bravos sindicalistas creiam que existe o “efeito dominó”, fator real, palpável e iminente, e com potencial para implodir nossa economia.
Alguns deles, da área de educação e que são preparados para ensinar, afiados em suas didáticas, que possam aprender a lógica econômica; que parem, em um minuto de humildade, para olhar ao redor e enxergarem outras 200 mil almas, as quais igualmente dependem do sacrifício de todos e nada tem a ver com as ambições de poucos.
Existem ainda outras várias cegueiras á procura de mídia, soltas por aí.
Mas creio já serem trevas demais para artigo pouco.

Walter Biancardine

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AGENDA CULTURAL MARÇO

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