TELEFONE SEM FIO – EDITORIAL (versão 2016) BRIGAR… EU?!

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telefone sem fio

Por Beth Michel

Acho que quase todo mundo já ouviu falar, ou até participou de um jogo de salão chamado “telefone sem fio”. Mas, para quem não conhece consiste no seguinte: Faz-se uma roda de pessoas, e uma delas pensa em uma frase curta – escreve em um papel e esconde dos demais, e depois cochicha a frase escrita ao ouvido da pessoa que está ao seu lado, e esta (por sua vez)  cochicha a frase ouvida ao próximo da roda; e assim por diante, até fechar o circulo com a última pessoa que repassa a frase para aquele primeiro que a criou. Este diz a frase tal como ouviu do último do círculo e depois mostra para todos o papel com a frase original escrita. É incrível: mas nunca ouvi falar de que a frase original e aquela que foi dita por último coincidissem.

A “brincadeira” acima descrita serve para exemplificar e respaldar a pergunta – e a resposta; que vou dar àlgumas  pessoas que me enviaram mensagens (in box ou  por msn) me fazendo perguntas; e que a principio achei um tanto descabidas – e até incoerentes.

Mas, que depois me ocorreu que talvez outras pessoas poderiam ter as mesmas inquietações, ou dúvidas. E assim, como se estivéssemos todos participando de uma enorme roda de “telefone sem fio” achei que deveria mostrar a minha ”frase” original (respondendo) para todos os que me fizeram perguntas semelhantes, e até aqueles que têm as mesmas dúvidas, mas não as verbalizam.

Resumindo a pergunta:

Esta se referia ao meu bom, ou mau relacionamento (se briguei, ofendi, se sou amiga, ou inimiga etc.) com/de algumas PESSOAS PÚBLICAS, a saber, (por ordem alfabética):

Alair candidatoAlair Corrêa – Tal como afirmei há uns seis ou sete anos atrás, nada mudou… Eu continuo sendo amiga dele, e ao que parece ele me tem apreço e consideração, muito maiores do que eu me julgo merecedora. Continuo sendo de uma franqueza “implacável” com ele, assim como faço com todos os meus amigos. Como cidadã de Cabo Frio estou no “céu” com a decisão do político Alair de se candidatar a reeleição. Mas, como amiga, estou no “purgatório” pelo mesmo fato… E não vou me prolongar por saber que ele me entende… Briga, estranhamento, ou qualquer sinônimo? Só pode ser coisa de gente muito “dodói”, e/ou analfabeta  funcional…

CABEÇALHOCarlos Ernesto Lopes (Carlão) – Conheci no século passado (1999 rs), quando ele era Diretor de Cultura no Charitas (eu estava voltando de uma estadia de 4 anos numa aldeia indígena no Espírito Santo); e o “cartão de visitas” não poderia ser melhor: foi simpático e receptivo (um“lord”). Tempos depois me disseram o “diabo” e mais um bocado dele… Mas, ele botou por terra todas as fofocas por ter conseguido fazer com que o diretor da Escola de Samba Lírio do Amor  pagasse aderecistas e costureiras. Não vou negar! O cara me ganhou! Tivemos várias discordâncias (e ainda temos eventualmente). E eu sei que Carlão não é “santo” (quem é?) Mas, nestes quase 20 anos de convivência Cultural ele nunca tentou se passar pelo que não é! Vão encarar?

marquinho_dirlei

Dirlei Pereira – Conheci por intermédio de um ex-amigo ( dele e meu (rsrsrs) em comum… O “projeto” (deles) era então: detonar um pretenso futuro Secretário de Cultura do (também)  futuro governo de Alair (e  que acabou sendo de fato). Eu, mesmo tendo motivos ( e provas) para “aderir”, preferi não interferir. O moço do Araçá (como ele mesmo se intitula) se mostrou afável e até carinhoso por alguns anos. E eu lhe fui leal e simpática até o limite do civilizadamente aceitável. Só passei a não “achar” mais nada, quando percebi que minhas perguntas (in box) não eram respondidas. Entre Alair, ou Dirlei, e mais  90% dos políticos de Cabo Frio, sou totalmente Alair! Não gostou? Coma menos… Se mudar de rumo, prometo “estudar” o caso com carinho! Brigar!? Não, EU certamente não briguei! Só estranhei…

Ivan Cruz –  Fazendo exceção aos nossos (meu com Bernard e dele com Verinha) respectivos casamentos; tem muito pouca gente que pode afirmar ter uma amizade tão longeva – e sem D.R.’s significativas. São quase 30 anos de bom relacionamento mútuo. Aliás, não me recordo de NINGUÉM que tenha cortado relações em definitivo com o Ivan. Por outro lado, eu sou useira e vezeira em colecionar “desafetos”! Talvez um dia eu aprenda a ser como o Ivan… Mas, como ele mesmo diz: “Aí não seria você…” É, todo mundo parece ter necessidade de um alter ego, no lado obscuro da força! Pois, seja! Quando Ivan diz: “Nós vamos!” Eu entendo como: “A Beth vai!”. E se querem saber… FUNCIONA!

Amigos 229

Prof. Chicão – Tudo culpa da minha querida (e de certa forma ingênua curadora) Ludmila Guerra, que me apresentou o troglodita frustrado no antigo Café do Joaquim  (hoje Parada Obrigatória) , o “sujeito” estava em cólicas (altissonantes) porque “alguém” do governo Marcos Mendes tinha (na véspera) vetado o evento Rock Humanitário que ia ocorrer no Portinho… Fizemos o que podíamos – e o que não devíamos também; para salvar a situação…. Inseri (quase na “marra”) o cidadão na 1ª Conferência de Cultura (2009) .. E!? E eu virei a “velha víbora” ! Ora, pois…

Rafael Peçanha – Conheci esse “menino” de maneira mais “próxima” em 2009 – ele era (então) chefe de gabinete do Secretário de Cultura – Guilherme Guaral – foi muito colaborativo na época do Cidade Viva (Folha dos Lagos e Paulo Cotias) . Rafael escreve bem… Mas, igualmente “bem” omite aquilo não lhe convém (ou não convém a quem o patrocina), e  isto não é demérito… É sobrevivência. A grande “virtude” de Rafael é manter a coerência! Mas, pode vir a ser seu (dele) pior inimigo! Não sou “miguxa” do Rafael , mas temos uma relação civilizada de respeito mútuo!

Quanto aos “OUTROS” para os quais me fizeram perguntas semelhantes tipo: Álex Garcia; José Facury; Walter Biancardine; Totonho; et caterva….

Estes estão em um patamar tão “profundo” que a minha atual condição “física” (osteoporose) me impede (felizmente) de “alcançar”…

ALGUMA OUTRA PERGUNTA?

 

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